quinta-feira, 7 de julho de 2011

Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente.











O que é Dislexia



Segundo Dr. DRAUZIO VARELLA, Dislexia é um transtorno genético e hereditário da linguagem, de origem neurobiológica, que se caracteriza pela dificuldade de decodificar o estímulo escrito ou o símbolo gráfico. A dislexia compromete a capacidade de aprender a ler e escrever com correção e fluência e de compreender um texto. Em diferentes graus, os portadores desse defeito congênito não conseguem estabelecer a memória fonêmica, isto é, associar os fonemas às letras.
De acordo com a Associação Brasileira de Dislexia, o transtorno acomete de 0,5% a 17% da população mundial, pode manifestar-se em pessoas com inteligência normal ou mesmo superior e persistir na vida adulta.
A causa do distúrbio é uma alteração cromossômica hereditária, o que explica a ocorrência em pessoas da mesma família. Pesquisas recentes mostram que a dislexia pode estar relacionada com a produção excessiva de testosterona pela mãe durante a gestação da criança.



Sintomas
Os sintomas variam de acordo com os diferentes graus de gravidade do distúrbio e tornam-se mais evidentes durante a fase da alfabetização. Entre os mais comuns encontram-se as seguintes dificuldades: 1) para ler, escrever e soletrar; 2) de entendimento do texto escrito; 3) para de identificar fonemas, associá-los às letras e reconhecer rimas e aliterações; 4) para decorar a tabuada, reconhecer símbolos e conceitos matemáticos (discalculia); 5) ortográficas: troca de letras, inversão, omissão ou acréscimo de letras e sílabas (disgrafia); 6) de organização temporal e espacial e coordenação motora.



Diagnóstico
O diagnóstico é feito por exclusão, em geral por equipe multidisciplinar (médico, psicólogo, psicopedagogo, fonoaudiólogo, neurologista). Antes de afirmar que uma pessoa é disléxica, é preciso descartar a ocorrência de deficiências visuais e auditivas, déficit de atenção, escolarização inadequada, problemas emocionais, psicológicos e socioeconômicos que possam interferir na aprendizagem.
É de extrema importância estabelecer o diagnóstico precoce para evitar que sejam atribuídos aos portadores do transtorno rótulos depreciativos, com reflexos negativos sobre sua auto-estima e projeto de vida.



Tratamento
Ainda não se conhece a cura para a dislexia. O tratamento exige a participação de especialistas em várias áreas (pedagogia, fonoaudiologia, psicologia, etc.) para ajudar o portador de dislexia a superar, na medida do possível, o comprometimento no mecanismo da leitura, da expressão escrita ou da matemática.



Recomendações
* Algumas dificuldades que as crianças podem apresentar durante a alfabetização só ocorrem porque são pequenas e imaturas e ainda não estão prontas para iniciar o processo de leitura e escrita. Se as dificuldades persistirem, o ideal é encaminhar a criança para avaliação por profissionais capacitados;
* O diagnóstico de dislexia não significa que a criança seja menos inteligente; significa apenas que é portadora de um distúrbio que pode ser corrigido ou atenuado;
* O tratamento da dislexia pressupõe um processo longo que demanda persistência;
* Portadores de dislexia devem dar preferência a escolas preparadas para atender suas necessidades específicas;
* Saber que a pessoa é portadora de dislexia e as características do distúrbio é o melhor caminho para evitar prejuízos no desempenho escolar e social e os rótulos depreciativos que levam à baixa-estima.


Dislexia (vidéo ixibido no Programa do Fantástico)



terça-feira, 5 de julho de 2011

Formação do Professor-Leitor: Prática Indispensável para o ensino da leitura



O ensino-aprendizagem da língua materna deve proporcionar condições de o aluno desenvolver suas competências comunicativas e a leitura deve ser uma das práticas pedagógicas que possibilite tal objetivo. A leitura faz parte do cotidiano do jovem e adulto. Quando ele não sabe ler está sendo excluído da sociedade letrada, pois a força dos meios de comunicação junta às sociedades modernas tem provocado uma série de alterações nos modos de os grupos humanos se relacionarem com o conhecimento e mesmo com a informação. Lê-se tudo, em qualquer lugar e, muitas vezes, lê-se o que se quer ou não ler, depende da situação de leitura. Lê-se por necessidade ou por prazer; para se informar ou para informar alguém de algo.






quinta-feira, 30 de junho de 2011

SUBPROGRAMAS... UMA BOA IDÉIA.

Os seres humanos, a pesar de trazerem consigo potenciais sensíveis para o seu desenvolvimento só atuam quando estimulados. Portanto, podemos considerar a realidade que o indivíduo está inserido num valor determinante na formação desta sensibilidade.
O CAIC, através dos Subprogramas desenvolve um maravilhoso trabalho e é mediante a importância das Artes no processo de formação do homem, que tentamos buscar o que há de mais relevante para a comunidade. A clientela é bastante diversificada tanto em classe social como em faixa etária, porém, um traço comum a todos é a jovialidade, a alegria de viver e a vontade intensa de querer aprender e participar dos Cursos oferecidos. Consciente do papel transformador desta instituição no contexto social, tentamos desta forma, contribuir com a democratização das oportunidades, portanto com melhoria de vida da população do município e cidades circunvizinhas. Os cursos oferecidos para a comunidade são: Cabeleireiro, Corte e costura, Dança, Pintura à Mão Livre, Pintura Molde Vazado, Crochê, Manicure, Violão e Teclado, Brinquedoteca, Desenho e Observação e Macrâme.

Oficina de Dança
(Professora Neta)



Oficina de Costura
(Professora Fátima Saldanha)


Oficina Molde Vazado
(Professora Marineuza)

Oficina de Brinquedoteca
(Professora Célia)



Oficina de Crochê
(Professora Fátima Aniceto)



Oficina de Manicure
(Professora Margarida)



Oficina de Macrâme
(Professora Ana Paiva)



Oficina de Violão e Teclado
(Professor Carlinhos)



Oficina de Cabeleireiro
(Professora Alice)




VOLUNTARIADO

Uma das mais expressivas experiências que temos no CAIC, é o voluntariado. Uma parceria que apresenta um bom resultado, pois a integração espontânea no sentido de estabelecer a colaboração recíproca entre Escola e Comunidade é atingir um bom desenvolvimento dos alunos. Temos como voluntárias a Professora Elijoelma que desenvolve um ótimo trabalho na Oficina de Cabeleireiro com Escova e Hidração, as professoras de Depilação Ozana Kele e Gilvaneide Vasconcelos, são maravilhosas e o professor Emanoel Vitor que faz de verdade da Capoeira uma dança.


Oficina de Depilação (Professoras Ozana e Kele)


Oficina de Capoeira
(Professor Emanoel Vitor)


Oficina de Cabelo - Escova
(Professora Elijoelma)

terça-feira, 21 de junho de 2011

MOVIMENTE-SE

GINÁSTICA GERAL




Todas as sociedades e culturas reconhecem cada vez mais a prática de exercícios físicos, proporcionando para eles satisfação pessoal e melhoria da qualidade de vida. A sociedade moderna tem muitas responsabilidades que modificam seu estilo de vida , não encontrando horário para se exercitar e comer adequadamente junto com uma série de fatores que interferem na prática de atividade.

A Ginástica Geral é uma manifestação da cultura corporal que reúne as diferentes interpretações da Ginástica, integrando-as às demais formas de expressão corporal de maneira livre e criativa.


















quinta-feira, 16 de junho de 2011

História da Festa Junina e tradições


Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões etc. Tudo isso faz parte do FESTEJO JUNINO.



Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.


Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.


Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.